Rui Picarote Amaro
Fui hoje surpreendido pela desagradável notícia do falecimento do Rui Amaro, amigo de longa data e uma das raras pessoas no norte do país, que de comum comigo nutria uma enorme paixão pelo mar, pelo rio Douro, pelas docas de Leixões e actividades portuárias, mas muito principalmente por navios.
É na minha opinião o último dos "visitadores de navios", que fez parte de uma elite de personalidades, com quem tive o privilégio de conviver e aprender a profissão que desempenhei por cerca de trinta e cinco anos.
Já reformados, ainda percorremos juntos muitas milhas de pesquisa, sobre a nossa história marítima e sobre a navegação à vela, nos séculos XIX e XX, que infelizmente tão mal se conhece. Parte importante dessa história, e de acontecimentos posteriores até quase à actualidade constam nos blogs "Navios à vista", "O piloto prático do Douro e Leixões" e também na página pessoal que mantinha no sítio do "Ship's nostalgia".
Viu ainda publicado o seu trabalho sobre "A barra da morte", reflexo dos muitos anos vividos entre a classe marítima, com a qual se identificava, salvaguardando sempre com enorme afeto a lembrança de seu pai, piloto nas barras do Douro e Leixões, de quem recebeu os primeiros ensinamentos náuticos e uma educação esmerada.
O Rui foi vitima da doença que o atormentava à alguns anos. Desaparece, até um eventual próximo encontro, um amigo que me habituei a respeitar e admirar, pelo que neste momento de despedida só posso agradecer os muitos e bons momentos de convívio que passamos juntos.
Obrigado Rui e até sempre!
É na minha opinião o último dos "visitadores de navios", que fez parte de uma elite de personalidades, com quem tive o privilégio de conviver e aprender a profissão que desempenhei por cerca de trinta e cinco anos.
Já reformados, ainda percorremos juntos muitas milhas de pesquisa, sobre a nossa história marítima e sobre a navegação à vela, nos séculos XIX e XX, que infelizmente tão mal se conhece. Parte importante dessa história, e de acontecimentos posteriores até quase à actualidade constam nos blogs "Navios à vista", "O piloto prático do Douro e Leixões" e também na página pessoal que mantinha no sítio do "Ship's nostalgia".
Viu ainda publicado o seu trabalho sobre "A barra da morte", reflexo dos muitos anos vividos entre a classe marítima, com a qual se identificava, salvaguardando sempre com enorme afeto a lembrança de seu pai, piloto nas barras do Douro e Leixões, de quem recebeu os primeiros ensinamentos náuticos e uma educação esmerada.
O Rui foi vitima da doença que o atormentava à alguns anos. Desaparece, até um eventual próximo encontro, um amigo que me habituei a respeitar e admirar, pelo que neste momento de despedida só posso agradecer os muitos e bons momentos de convívio que passamos juntos.
Obrigado Rui e até sempre!
