terça-feira, 22 de abril de 2008

Companhias Holandesas - Rotterdamsche Lloyd


Koninklijke Rotterdamsche Lloyd
Roterdão

Os postais - Parte 3

Por ter encontrado as fotos de navios da companhia em Leixões, conforme post anterior, resolvi dar uma volta pelas gavetas e ver quais os navios da empresa que teria na minha colecção. A procura revelou um numero superior ao previamente pensado, motivo pelo qual divido os postais em 3 apresentações, considerando a extraordinária elegância e história dos navios retratados.

" Slamat " (I)
Porto de registo: Roterdão
1924 - 1941

O "Slamat" (I) - postal da companhia

Cttor.: Estal. Royal Schelde, Flushing, Holanda, Abril de 1924
Tonelagens: Tab 11.406 to
Comprimentos: Pp 147,10 mt > Boca 18,90 mt
Máquina: 2:St > Velocidade 17 m/h
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Na IIª Grande Guerra Mundial o navio foi entregue à Marinha Real Inglesa, que depois da necessária adaptação utilizou-o como transporte de tropas. Durante essas operações, mais precisamente aquando da retirada das tropas inglesas da Grécia, foi bombardeado e afundado na posição 37º00'N 23º10'E em 27.04.1941, registando um número superior a 700 vitimas.


" Tambora "
Porto de registo: Roterdão
1910 - 1931

O "Tambora" - postal da companhia

Cttor.: Estal. Royal Schelde, Flushing, Holanda, Janeiro, 1910
Tonelagens: Tab 5.602 to
Comprimentos: Pp 126,10 mt > Boca 15,00 mt
Máquina: 1:Te > Velocidade 14 m/h
Demolido em Hendrik-Ido-Ambacht, Holanda, Fevereiro, 1931


" Tjerimai "
Porto de registo: Roterdão
1921 - 1933

O "Tjerimai" - postal da companhia

Cttor.: Estal. Reiherstiegwerf, Hamburgo, Alemanha, 08.1920
ex "Wadai" - Woermann-Linie K.G., Hamburgo, 1920-1921
Tonelagens: Tab 7.342 to
Comprimentos: Pp 130,00 mt > Boca 17,00 mt
Máquina: 2:Qe > Velocidade 15 m/h
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Com a construção iniciada em 1916 o navio estava previsto chamar-se "Marie Woermann", porém com a interrupção decidiram alterar-lhe o nome para "Wadai", sendo colocado na linha da América do Sul. Por imposição do governo Alemão, o navio foi entregue à Holanda, como reparação pelos prejuízos de guerra e incorporado na frota da companhia a partir de 1921.
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dp "El Nil" - M.I.S.R., Egipto, 1933-1951
dp "Safina-e-Murad" - Pan-Islamic S/ship Co., 1951-1952
Vendido para demolição em Karachi, a 4 de Abril de 1953.


" Willem Ruys "
Porto de registo: Roterdão
1947 - 1965

O "Willem Ruys" - postal da companhia

Cttor.: Estal. Royal Schelde, Flushing, Holanda, 11.1947
Tonelagens: Tab 21.119 to
Comprimentos:
Máquina:
dp "Achille Lauro" - Flotta Lauro, Roma, Itália, 1965-1994
Destruído por incêndio na posição 08º00'N 52º20'E, afundando-se quando seguia a reboque, na posição 07º14'N 51º50'E em 2 de Dezembro de 1994.


" Wonosobo "
Porto de registo - Roterdão
1955 - 1968

O "Wonosobo" - postal da companhia

Cttor.: van der Giessen, Krimpen a/d Ijssel, Holanda, 1955
Tonelagens: Tab 7.502 to > Porte 10.590 to
Comprimentos: Ff 154,90 > Pp 143,30 mt > Boca 20,10 mt
Máquina: 1:Di > Velocidade 16 m/h
dp "Wonosobo" - Nedlloyd, Roterdão, 1968-1970
dp "Al Damman" Arábia Saudita, 1970-1977
Vendido para demolição em Alang Beach, India, 08.1984

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Navios Americanos - Postais


Grace Line Inc.
Mobile, Alabama - Nova Iorque

Hoje foi dia de rever alguns postais da minha colecção, para continuar com o post anterior mas entretanto mudei de ideia, seleccionando dois navios gémeos da Companhia Americana Grace Line, que me pareceram interessantes. Pesa o facto desta empresa não ter tido muitos navios a escalar portos europeus, apresentando-se mais vocacionada para promover cruzeiros nas Caraíbas e portos da América do Sul, conforme sugere o poster abaixo retratado.


Postal da companhia


Paquete " Santa Maria " (II)
1942 - 1946
Tipo de construção: C2-S-B1
Porto de registo: Nova Iorque

O paquete "Santa Maria" - postal da companhia

Construtor: Federal Shipbuilding Co., Kearny, USA, Out/1942
Tonelagens: Tab 6.507 to > Porte 9.150 to
Cpmts.: Ff 139,90 mt > Pp 132,60 mt > Boca 19,20 mt
Máquina: 1:St > Velocidade: 15,5 m/h
dp "Cherubim" - Governo Americano (Transp. tropas), 1946-1948
dp "Claiborne" - Waterman S/ship Corp., Nova Iorque, 1948-1971
Vendido para demolição em Kaohsiung, China, em 27.05.1971


Paquete " Santa Barbara " (III)
1942 - 1946
Tipo de construção: C2-S-B1
Porto de registo: Nova Iorque

O paquete "Santa Barbara" - postal da companhia

Construtor: Federal Shipbuilding Co., Kearny, USA, Jan/1943
Tonelagens: Tab 6.507 to > Porte 9.150 to
Cpmts.: Ff 139,90 mt > Pp 132,60 mt > Boca 19,20 mt
Máquina: 1:St > Velocidade: 15,5 m/h
dp "Norseman" - Governo Americano (Transp. tropas), 1946-1947
dp "Santa Flavia" - Grace Line, Nova Iorque, 1947-1971
Vendido para demolição em Kaohsiung, China, em 06.1971

Pela aragem... (Rotterdamsche LLoyd)


Rotterdamshe Lloyd, Roterdão
Navios que passaram por Leixões

" Bantam "
1939 - 1964

O "Bantam" em Leixões - imagem (c) Fotomar

Construtor: Estal. Royal Schelde, Flushing, Holanda, 03.1939
Tonelagens: Tab 9.312 to > Porte 11.990 to
Comprimentos: Ff 157,10 mt > Boca 19,10 mt
Máquina: 2:Di > Velocidade 16 m/h
dp "Pearl Glory" - Pacific Pearl Navigation Co., 1964-1965
dp "Millstar" - Aries Shipping Co., 1965-1971
Vendido para demolição em Shangai, China, Julho de 1971.

" Slamat " (II)
1948 - 1969

O "Slamat" em Leixões - imagem (c) Fotomar

Construtor: Rotterdam Dry Docks, Roterdão, Holanda, 08.1947
Tonelagens: Tab 9.827 to > Tal 5.941 to > Porte 12.477 to
Cpmts.: Ff 157,08 mt > Boca 19,13 mt > Pontal 9,41 mt
Máquina: Sulzer Frères, Suiça, 1:Di > Velocidade 16 m/h
dp "Kota Makmur" - Pacific Int. Lines, Singapura, 1969-1978
Vendido para demolição em Gadani Beach, India, 06.05.1978

" Schelde Lloyd "
1958 - 1977

O "Schelde Lloyd" em Leixões - imagem (c) Fotomar

Porto de registo: Roterdão > Nº Of.: 11.711 > Iic.: P.H.J.C.
Construtor: Howaldtswerk, Hamburgo, Alemanha, 1958
Tonelagens: Tab 8.328 to > Tal 4.473 to > Porte 12.904 to
Cpmts: Ff 165,97 mt > Pp 152,28 mt > Bc 21,24 mt > Ptl 13,11 mt
Máquina: Man, Manheim, 1958 > 1:Di > Velocidade 17,5 m/h
dp "Nedlloyd Schelde" - Nedlloyd, Roterdão, 1977-1982
dp "Kota Wangi" - Pacific Int. Lines, Singapura, 1982-1984

sexta-feira, 18 de abril de 2008

A Marinha Portuguesa no Norte


Muitos navios da Marinha de Guerra Portuguesa, porque não tenho a certeza se terão sido todos, mais tarde ou mais cedo fizeram escalas no passado pelo rio Douro, tal como ainda acontece com visitas mais ou menos regulares a Leixões. Quando amarrados no rio Douro, fundeavam no quadro da Marinha no local denominado Bicalho, onde desde 1884 até 1909 a bordo das antigas corvetas Sagres e Estephania existiu a Escola de Alunos Marinheiros, destinada à incorporação dos mancebos que optavam por um futuro marítimo. Quanto a Leixões julgamos saber não existir nenhum local específico para os navios da Armada, excepção feita aos Patrulhas que tem atracação definida no velho cais das Gruas, sempre que as condições de tempo o permite. É das passagens pelo norte, que proponho recordar alguns desses navios.

Corveta " Sagres "


Face à chamada de atenção, feliz e oportuna pelo interesse que esta corveta devia merecer nos meios náuticos de Lisboa e Porto, vou-me valer do excelente trabalho apresentado na revista da Armada, da responsabilidade do Cap. de Fragata António Manuel Gonçalves, a quem publicamente presto a minha homenagem, com o seguinte teor:

O primeiro navio da Marinha Portuguesa com o nome Sagres era uma corveta, em madeira, construída nos estaleiros Young, Son & Magnay, em Limehouse, Inglaterra. Os planos foram elaborados pelo engenheiro Charles Cousins e foi construída sob a supervisão do Almirante Sir George Sartorius. Em termos de armação tratava-se de uma galera de três mastros.
Foi equipada com quatro caldeiras de baixa pressão, construídas pelo fabricante Srs. Humphreys, Tennant & Dyke, de Deptford, que forneciam uma potência de 300 cavalos. Tratava-se pois de um navio misto. Esta característica, numa época em que ainda escasseavam os navios a motor, conferiu-lhe o título de melhor navio da sua categoria. Até porque, exclusivamente a motor, podia atingir uma velocidade de 12 nós.
O navio tinha castelo e tombadilho e ainda uma superestrutura, à ré do traquete. O seu interior encontrava-se dividido em três pavimentos.
A mastreação era toda em madeira e para além dos mastros reais possuia mais dois mastaréus. O gurupés prolongava-se com o pau da bujarrona. Em cada um dos mastros cruzavam quatro vergas. Nos mastros traquete e grande encontrava-se fixa uma carangueja e na gata uma carangueja e uma retranca, onde envergava pano latino.
Quando o navio foi lançado à água, em Junho de 1858, encontrava-se presente o Conde do Lavradio, ministro português.
Depois de efectuar as provas de mar o navio largou de Portsmouth, no dia 14 de Setembro de 1858. Após uma viagem tranquila, que durou apenas quatro dias, o navio chegou a Lisboa, onde fundeou, no dia 18 do mesmo mês.
Em Janeiro de 1863, encontrava-se o Comandante Álvaro Soares Andreia na posse da «carta de prego», o navio largou de Lisboa. A comissão deveria ser efectuada sob o comando da Estação Naval de Angola, com a importante missão de reprimir o tráfico de escravos e o contrabando, e proteger o comércio lícito.
Em 1866 a Sagres foi sujeita a grandes fabricos que incluíram a substituição das peças de artilharia, das caldeiras e da mastreação. No final de 1868 voltou à Estação Naval de Angola, com os mesmos objectivos da comissão anterior.
Em 1873, após um reparação prolongada, o navio regressou a Luanda, transportando o Almirante José Baptista de Andrade, recentemente nomeado Governador-Geral e Comandante da Estação Naval de Angola. Durante cerca de 18 anos efectuou inúmeras e variadas missões, ao serviço da Marinha Real.
O navio estava armado com 10 peças de artilharia e esteve integrado, por diversas vezes, em missões de carácter diplomático, chefiadas pelo Infante D. Luís, que era Oficial de Marinha. Efectuou também algumas viagens de instrução.
Nas suas missões a corveta Sagres visitou, entre outros, os seguintes portos estrangeiros: Southampton, Greenhithe, Antuérpia, Bordéus, Tânger, Gibraltar, Vigo, Génova, Rio de Janeiro, Salvador e Pernambuco.
No dia 13 de Novembro de 1876 passou ao estado de desarmamento. Abrigou a partir de então a recém criada Escola de Alunos Marinheiros do Porto. Para o efeito o navio foi sujeito a um período de fabricos durante o qual lhe foi retirado o motor propulsor, bem como feita a adaptação dos espaços livres a fim de servirem como salas de aula, cobertas e camarotes. O armamento, já obsoleto, foi substituído por outro mais recente, para fins de instrução.
Depois de devidamente adaptada a corveta Sagres foi então rebocada até ao rio Douro, no Porto, onde permaneceu fundeada. Recebeu os seus primeiros alunos em Maio de 1884.
Em 1898, devido ao estado de degradação da corveta Sagres, a Escola de Alunos Marinheiros do Porto foi transferida para a corveta Estephânia. No dia 7 de Setembro desse mesmo ano a corveta Sagres foi abatida ao efectivo dos navios da Armada. Viria a ser desmantelada pouco tempo depois.

Ficha da corveta Sagres

Deslocamento máximo: 1.382 toneladas
Comprimento Ff 79 mt > Boca 9,9 mt > Pontal 6,15 mt
Altura do mastro grande: 32,50 mt > Calado: 4,47 mt

Quero igualmente agradecer o comentário do Sr. Luís Filipe Morazzo, complementando várias informações ao texto acima, excelente achega para um melhor conhecimento e esclarecimento, relativamente ao valor e importância que o navio reconhecidamente merece.


Corveta " Estephania "

Desarmada em 1898. Naufragou durante a cheia no Douro de 1909.

Corveta "Tavira"

Deslocamento: 204 to > Em serviço desde 1878.

Imagem de autor desconhecido, eventualmente feita em 25.02.1894, por ocasião da visita ao Porto, onde descarregou um bloco de pedra extraído na ponta de Sagres e que serve de base ao monumento ao Infante D. Henrique. Regressou a Lisboa a 08.03.1894.

Corveta " Rio Ave "

Deslocamento: 378 to > Em serviço desde 1879

Imagem de autor desconhecido. Regista a entrada no rio Douro em 25.04.1892 para render a canhoneira Zambeze, ficando às ordens do Governador Civil. Foi posteriormente rendida pela canhoneira Zaire em 31 de Maio, data que marca o seu regresso a Lisboa.

Canhoneira " Bengo "

A canhoneira "Bengo" em Leixões - imagem de autor desconhecido.

Canhoneira " Diu "

Construção Arsenal do Alfeite em 1929 > Deslocamento: 403 to
Comprimentos.: Ff 45 mt > Boca 8,30 mt > Pontal 4,50 mt
A entrar em Leixões nos anos 50 - imagem (c) Fotomar


Navio hidrográfico " Ibo "

Construído em 1911 > Deslocamento: 403 to
Comprimentos.: Ff 45 mt > Boca 8,30 mt > Pontal 4,50 mt
No rio Douro - imagem de autor desconhecido.

Patrulha " Terceira "

Construção em aço durante 1942 > Deslocamento: 545 to
Comprimentos: Pp 45,72 mt > Boca 8,35 mt > Pontal 4,57 mt
Em Leixões nos anos 50 - imagem (c) Fotomar

Comp. Portuguesas - António V. Pinheiro, Lda.


António Vizeu Pinheiro, Lda.
Rua da Prata, 93-1º-Dº., Lisboa

" Ambriz "
Porto de registo: Lisboa, 24.04.1946

O "Ambriz" no rio Douro - foto da colecção de fsc

Navio motor > Nº Oficial G-476 > Iic.: C.S.B.W.
Cttor.: Raylton Dixon & Co. Ltd., Middlesborough, Julho de 1907
ex "Ambriz" - Companhia Nac. de Navegação, Lisboa, 1907-1946
Tonelagens.: Tab 872,93 to > Tal 493,96 to > Porte 1.274 to
Cpmts.: Ff 64,03 mt > Pp 61,16 mt > Bc 9,17 mt > Ptl 4,99 mt
Máq:: North Eastern Marine Engineering, 1907 > 1:Di > 9 m/h
Vendido para demolição em Lisboa em 1952

Porto de honra... (III)


"Vintages" de qualidade...

Como certamente terão percebido não existe da minha parte a preocupação de referir os detalhes dos navios de forma exaustiva, ainda que os coloque sempre que estejam disponíveis, pois a intenção é mostrar a beleza do rio e a paisagem envolvente ao longo dos anos. Se nos dias de hoje revela-se interessante o deambular de rabelos turísticos num corropio acima abaixo, sobra para alguns saudosistas como eu o lamento de se ter perdido a faina fluvial que advinha dos navios de comércio, que em determinadas épocas entupiam os ancoradouros. É essa beleza que teimo em mostrar, momentos inesquecíveis dum passado recente.

" Linglea "
Nacionalidade: Inglesa

O "Linglea", visto da ponte da Arrábida - imagem (c) Fotomar

Armador: Hindlea Shipping Co. Ltd., Cardiff- Ellerman Lines
Cttor.: Compañia Euskalduna, Bilbao, Espanha, 18.10. 1963
Tonelagens: Tab 1.089 to > Tal 498 to > Porte 1.818 to
Cpmts.: Ff 74,80 mt > Pp 69,50 mt > Boca 10,80 mt
Máquina: 1:Di > Veloc. 13 m/h
dp "Linglee" - Simpson S/ship Co. Ltd., Bahamas, 1967-1971
dp "Tequila" - Tequila, Ltd., Monrovia, Liberia, 1971-1971
dp "Tequila" - Trans World Shipping, Liberia, 1971-1971
dp "Sounion" - Viaciendia Cia. Naviera, Grécia, 1971-1975
dp "Anavissos" - Viacienda Cia. Naviera, Grécia, 1975-1976
dp "Aries" - Arfapi Shipping & Trading, Grécia, 1976-1979
dp "Nicholas" - Arfapi Shipping & Trading, Grécia, 1979-1982
dp "Katerina" - Target Shipping Co., Grécia, 1982-1985
dp "Irazu-Ebenezer C" - ??, 1985-??
Sem rasto após 1986

" Pasajes "
Nacionalidade: Alemã

O "Pasajes" no quadro da Alfândega - imagem (c) Fotomar

Armador: O.P.D.R., Oldemburgo, Alemanha
Cttor.: Rendsburger Werft Nobiskrug, Rendsburg, 1956
Tonelagens: Tab 1.384 to > Porte 2.148 to
Cpmts.: Ff 71,50 mt > Pp 64,00 mt > Boca 10,80 mt
Máquina: 1:Di > Veloc. 12,5 m/h
dp "Rasajes" - Tppalos Shipping Co., Chipre, 1973-1982
dp "Agia Marina" - ??, 1982-1982
Naufragou após incêndio na posição 04º03'55''S 39º35'06''E, em 04.10.1982

" Kenitra "
Nacionalidade: Holandesa (Antilhas)

O "Kenitra" no quadro da Alfândega - imagem (c) Fotomar

Armador: Dammers & v/d Heide, Curaçao, Antilhas Holandesas
Cttor.: Gusto (A.F.S. Smulders), Schiedam, Holanda, 1952
Tonelagens: Tab 499 to > Porte 920 to
Cpmts.: Pp 68,56 mt > Boca 9,78 mt > Pontal 3,43 mt
Máquina: Man, 1952 > 1:Di > Veloc. 13 m/h
Máquina: Deutz, 1961 > 1:Di > Veloc. 13 m/h
dp "Frigo Fruit" - Reg. Panamá, 1970-1975
dp "Sweet Orange" - Reg. Arábia Saudita, 1975-1977
dp "Alaska" - Reg. Liberia, 1977-1983
Naufragou durante viagem entre Jeddha e Mersin, no Mar Vermelho, em 07.04.1983

" Melrose "
Nacionalidade: Inglesa

O "Melrose" nos Vanzeleres, Gaia - imagem (c) Fotomar

Armador: G. Gibson & Co. Ltd., Leith, Inglaterra
Cttor.: Grangemouth Dockyard, Grangemouth, 07.07.1949
Tonelagens: Tab 1.076 to > Porte 1.379 to
Cpmts.: Ff 78,80 mt > Pp 77,50 mt > Boca 11,60 mt
Máquina: 1:Di > Veloc. 12,5 m/h
dp "Argostoli II" - D. Vassilatos, 1966-1970
dp "Salamas" - Roussos Bros., 1970-1972
dp "Las Minas" - Roussos Bros., 1972-1973
dp "Eudoxia K" - G. Konidaris, Chipre, 1973-2000
dp "Flaviola" - Century Trading, 2000-2002
Supostamente demolido em 2003

" Crosbian "
Nacionalidade: Inglesa

O "Crosbian" - nos Vanzeleres, Gaia - Postal ilustrado da cidade

Armador: Ellerman Line, Liverpool, Inglaterra
Cttor.: William Gray, West Hartlepool, Inglaterra, 08. 1947
Tonelagens: Tab 1.518 to > Tal 647 to
Cpmts.: Ff 88,59 mt > Pp 82,91 mt > Bc 12,86 mt > Ptl 7,63
Máquina: British Polar, Ltd., 1947 > 2:Di > Veloc. 12 m/h
dp "Mabuhay" - Solid Shipping Co., Filipinas, 1967-1980
Vendido para demolição em Manila a 11.10.1980

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Os rebocadores da Sociedade Geral


Sociedade Geral de Comércio, Indústria e Transportes
Rua do Comércio, 49-1º, Lisboa

Rebocadores - Parte I

Nº 1 - " África "
Porto de registo: Lisboa, 14.10.1922

O "África" em Lisboa - foto (c) colecção fsc

Nº Oficial 390-E > Iic.: HAFI > CSEL > Em serviço 1922-??
Construtor: Raamsear Shipyard, Holanda, 1913
Tonelagens: Tab 86,75 to > Tal 28,88 to
Cmpts.: Pp 23,12 mt > Bc 5,34 mt > Ptl 2,32 mt
Máq.: 1:Cd > 250 Ihp > 9 m/h


Nº 2 - " São Christovão "
Porto de registo: Lisboa, 12.02.1924

O "São Christovão" em Lisboa - foto (c) colecção fsc

Nº Oficial 427-E > Iic.: HSCI > CSIB > Em serviço 1924-??
Construtor: Frater Smid & Zoon, Roterdão, Holanda, 1921
ex "Harlermmemer" - 1921-1924
Tonelagens: Tab 101,12 to > Tal 40,81 to
Cmpts.: Ff 23,50 > Pp 23,50 mt > Bc 5,66 mt > Ptl 2,74 mt
Máq.: 1:Te > 350 Ihp > 9 m/h

Nº 3 - " Estoril "
Porto de registo: Lisboa, 24.10.1931

O "Estoril" em Lisboa - foto (c) colecção fsc

Nº Oficial 454-F > Iic.: HETL > CSGB > Em serviço 1931-??
Construtor: Companhia União Fabril, Barreiro, 1931
Tonelagens: Tab 113,43 to > Tal 2,70 to
Cmpts.: Ff 30,04 mt > Pp 28,06 mt > Bc 5,83 mt > Ptl 3,06 mt
Máq.: J.C. Tecklenborg, Alm., 1899 > 1:Te > 360 Ihp >10 m/h

Nº 4 - " Cintra "
Porto de registo: Lisboa

O "Cintra" em Lisboa - foto de autor desconhecido

Nº Oficial ?? > Iic.: ?? > Em serviço ??-??
Construtor: ??
Tonelagens: Tab ?? to > Tal ?? to
Cmpts.: Pp ?? mt > Bc ?? mt > Ptl ?? mt
Máq.: ??

Por muito curioso que possa parecer, não consegui ainda encontrar elementos sobre este rebocador, cuja existência se confirma através da foto acima. Daqui lanço um pedido de colaboração, permitindo completar este post adequadamente.