segunda-feira, 6 de julho de 2015
sábado, 4 de julho de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Navios em Leixões, Janeiro de 1935
80 anos de história
(I)
Em tempo de efeméride, lembramos alguns dos navios de passageiros de diversas companhias de navegação, que por cá faziam escala, utilizados na ligação do porto a muitos dos portos na América do Sul.
A emigração provocada por insucessos conjunturais e o receio da perspectivada escalada bélica, que se desenvolveu na Europa a partir deste ano, estão entre alguns dos motivos que obrigaram à enorme transferência de continentes, colocando o porto de Leixões na hora da despedida, na repetida circunstância de continuar a ser uma das últimas fronteiras, para a grande travessia do Atlântico.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Barcos rabelos 2015
A regata de S. João no rio Douro
Em dia festivo no Porto, as margens do Douro encheram-se de gente para observar de perto o evoluir da regata de rabelos, que este ano teve a participação de 14 barcos, em representação das seguintes empresas; Barros, Calém, Cockburns, Cruz, Dalva, Dow’s, Ferreira, Fonseca, Graham’s, Kopke, Offley, Rozés, Sandeman e Warre’s.
A partida para a regata deste ano, foi dada quase em frente à marina da Afurada, portanto com o percurso ligeiramente encurtado relativamente aos anos anteriores. A largada, que teve início às 17 horas em ponto, permitiu perceber que o barco da Cockburns se distanciava dos demais, antecipando-se desde logo uma chegada tranquila à ponte D. Luís, sem competidores à altura. Durante o percurso destacaram-se ainda os barcos das caves Fonseca e Sandeman, que ocuparam os lugares seguintes, por esta ordem.
A grande surpresa da tarde vista na regata deste ano, foi uma réplica hibrida dum barco valboeiro armado com velame duplo do tipo outrora utilizado pelos barcos de Arnelas, formando apesar de tudo um conjunto gracioso e bem aproveitado para passeios fluviais, como foi o caso.
A partida para a regata deste ano, foi dada quase em frente à marina da Afurada, portanto com o percurso ligeiramente encurtado relativamente aos anos anteriores. A largada, que teve início às 17 horas em ponto, permitiu perceber que o barco da Cockburns se distanciava dos demais, antecipando-se desde logo uma chegada tranquila à ponte D. Luís, sem competidores à altura. Durante o percurso destacaram-se ainda os barcos das caves Fonseca e Sandeman, que ocuparam os lugares seguintes, por esta ordem.
A grande surpresa da tarde vista na regata deste ano, foi uma réplica hibrida dum barco valboeiro armado com velame duplo do tipo outrora utilizado pelos barcos de Arnelas, formando apesar de tudo um conjunto gracioso e bem aproveitado para passeios fluviais, como foi o caso.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Pesca do bacalhau
Lugre modelo!
Foto do "Brites" a navegar nos anos 60
Imagem de autor desconhecido
Imagem de autor desconhecido
A firma da praça de Aveiro, srs. Brites, Vaz & Irmão, mandou construir nos estaleiros do sr. Manuel Maria Bolais Mónica, da Gafanha da Nazaré, um lugre modelo, de 700 toneladas de arqueação, que será movido com motor a óleos pesados. O desenho que é do sr. Júlio Marques Sobreiro, distinto aluno de arquitetura na Escola de Belas Artes, do Porto, foi já aprovado e com referências elogiosas pelas instâncias superiores.
O navio destina-se à pesca do bacalhau e deve ficar pronto em Março de 1936.
(In jornal “Comércio do Porto”, quarta, 28 de Novembro de 1934)
A notícia dada antecipadamente peca apenas por um erro de simpatia, no que concerne à tonelagem de arqueação, já que o valor mencionado de 700 toneladas seria o peso morto do navio, o que significa ser esse o valor aproximado da capacidade de carga, que o navio podia transportar. O custo total da construção orçou em 440 mil escudos.
O navio destina-se à pesca do bacalhau e deve ficar pronto em Março de 1936.
(In jornal “Comércio do Porto”, quarta, 28 de Novembro de 1934)
A notícia dada antecipadamente peca apenas por um erro de simpatia, no que concerne à tonelagem de arqueação, já que o valor mencionado de 700 toneladas seria o peso morto do navio, o que significa ser esse o valor aproximado da capacidade de carga, que o navio podia transportar. O custo total da construção orçou em 440 mil escudos.
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